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Mapa altera classificação de risco de aftosa no Amazonas

 

O Brasil deu mais um importante passo para ser reconhecido como país livre da febre aftosa. Nesta terça-feira, 26 de novembro, a maior parte do Estado do Amazonas melhorou a classificação para a doença, passando de alto risco para médio risco. O novo status foi publicado no Diário Oficial da União por meio da Instrução Normativa nº 28, assinada pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Rodrigo Figueiredo.

 

“A mudança da classificação para médio risco é um passo fundamental para o reconhecimento da área como livre de aftosa com vacinação, o que deve acontecer no próximo ano”, explica Rodrigo Figueiredo.

 

As únicas localidades que não mudam a classificação no Estado são os municípios de Guajará, Boca do Acre e as partes dos municípios de Canutama e Lábrea, já reconhecidos como zonas livres de febre aftosa com vacinação.

Saiba mais.

Para alcançar o status de país livre de aftosa, o governo brasileiro tem feito investimentos desde a década de 1960. Em 1992, o Governo Federal lançou o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que tem como objetivo principal a implantação progressiva e manutenção de zonas livres. A execução do programa é compartilhada entre os diferentes níveis de hierarquia do serviço veterinário oficial e tem a participação do setor privado.

 

Em 2013, sete estados da região Nordeste e o norte do Pará foram reconhecidos nacionalmente como livres da doença e esse mesmo processo deve ocorrer no próximo ano com os estados de Roraima, Amapá e parte do Amazonas. A expectativa é que haja também o reconhecimento desse status pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2014, sendo dada no ano seguinte a mesma condição para Roraima, Amapá e parte do Amazonas. “Quando esses três estados foram reconhecidos pela comunidade internacional, teremos o orgulho de anunciar que o Brasil é um país livre de aftosa”, acrescenta Figueiredo.

 

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
Carlos Mota
carlos.mnascimento@agricultura.gov.br

 

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